quarta-feira, dezembro 17, 2025
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Polícia Civil prende apontado por tentativas de furto em condomínios de alto padrão na Capital

Polícia Civil prende apontado por tentativas de furto em condomínios de alto padrão na Capital

A Delegacia Especializada em Repressão a Roubos e Furtos (DERF) prendeu, na manhã de quinta-feira (12), um indivíduo responsável por uma sequência de tentativas de furto em condomínios residenciais de Campo Grande. A ação rápida da Especializada interrompeu a onda de invasões que vinha assustando moradores de diferentes bairros da Capital.

O suspeito, de 20 anos, já é conhecido no meio policial pelo extenso histórico de práticas reiteradas de furtos, inclusive qualificadas e em tentativa, além de outras ocorrências criminais registradas ao longo dos últimos anos, voltou a agir escalando muros e tentando acessar áreas internas de residenciais de alto padrão.

As câmeras de segurança e o sistema de vigilância profissional de um dos condomínios flagraram a movimentação do criminoso. As imagens, nítidas e detalhadas, captaram o momento em que o suspeito escalava a muralha do residencial, tentando vencer a cerca elétrica — chegando, inclusive, a tomar um choque ao tentar romper a barreira de proteção.

Em outro episódio, o mesmo autor foi flagrado dentro do terreno de uma residência de outro condomínio, fato igualmente tratado como furto qualificado tentado, já que a invasão tinha por finalidade subtrair bens.

Com a identificação consolidada e o histórico criminal reiterado, a DERF empreendeu diligências que culminaram na prisão do suspeito nesta quinta-feira, retirando de circulação um dos autores de furtos mais contumazes da região.


Fonte: Polícia Civil de Mato Grosso do Sul – PCMS

Pantanal Film Commission encerra 2025 com avanços estruturantes e ampliação do acesso ao audiovisual em Mato Grosso do Sul

Pantanal Film Commission encerra 2025 com avanços estruturantes e ampliação do acesso ao audiovisual em Mato Grosso do Sul
  • Publicado em 12 dez 2025

    por Karina Medeiros de Lima •

  • Iniciativas de difusão, formação e cooperação reforçaram o papel da instituição no fortalecimento da cadeia produtiva do audiovisual sul-mato-grossense

    O ano de 2025 consolidou a Pantanal Film Commission como uma das principais articuladoras do audiovisual no Estado, ampliando políticas de fomento, fortalecendo redes de difusão e impulsionando ações que conectaram produção, formação e circulação das produções. A combinação de editais estruturantes, participação estratégica em eventos e iniciativas de mapeamento cultural reforçou o compromisso da instituição com a democratização do acesso ao cinema e com a valorização da identidade regional.

    Em 2025, a Política Nacional Aldir Blanc possibilitou o lançamento e execução de dois importantes editais de fomento ao audiovisual e um especificamente voltado para produtoras mulheres, cis ou trans, que ampliam a gama de profissionais contemplados com projetos audiovisuais no estado.

    O edital Rota Cine MS reforçou uma das políticas públicas mais longevas e transformadoras do audiovisual sul-mato-grossense: a interiorização da cultura. O processo de seleção da entidade executora, com resultado divulgado em agosto, destacou a importância de levar cinema, formação e circulação artística a diferentes municípios, fortalecendo redes regionais e ampliando o alcance das produções locais, além também de fortalecer as ações do Museu da Imagem e do Som de MS.

    Difusão e formação: um ano de ações que aproximaram público e produção

    Entre março e abril, a Film Commission realizou a primeira edição do Pantanal Film Festival, dentro do Campão Cultural, no Museu da Imagem e do Som do MS. Com 40 filmes nacionais e internacionais, debates, oficinas e sessões especiais, o festival consolidou o museu como espaço de referência e evidenciou a potência criativa do audiovisual sul-mato-grossense. O evento ampliou a circulação de obras regionais, deu visibilidade a novos realizadores e estimulou o encontro entre diferentes públicos. O festival ainda contou com uma apresentação especial sobre a HQ “O Filme Perdido” escrita pelo cineasta Cesar Gananian e ilustrada por Chico França. O quadrinho fala sobre a história do cinema em capítulos que abordam diferentes estilos e movimentos cinematográficos.

    A difusão cultural também ganhou reforço com o lançamento do Cadastro Estadual de Cineclubes, em maio. O mapeamento trouxe dados essenciais sobre iniciativas de exibição espalhadas pelo Estado e permitirá, a partir de 2026, políticas mais precisas, integradas e alinhadas às demandas reais do ecossistema audiovisual. Além disso, a Film Comission já tem catalogados, produtores, produtos e estudantes de audiovisual de MS para disponibilizar mão de obra e material para produções de outras regiões. Em parceria com o IPHAN será lançado em breve o catálogo de locações de Mato Grosso do Sul.

    Articulação regional e internacional fortalece redes e abre caminhos

    Em agosto, a Film Commission participou do festival Um País Chamado Fronteira, realizado em Ponta Porã e Pedro Juan Caballero. O evento, dedicado à integração cinematográfica entre Brasil e Paraguai, reuniu gestores culturais, produtores e cineclubes dos dois lados da fronteira. A atuação da instituição fortaleceu a cooperação internacional e abriu novas possibilidades de circulação e coprodução.

    Já em novembro, a Film Commission integrou a programação do 20º Festival de Cinema Italiano no Brasil, apresentando e realizando a curadoria da mostra regional no MIS-MS. A iniciativa aproximou o público sul-mato-grossense da cinematografia italiana, ampliando repertórios, formando plateias e conectando o Estado a importantes circuitos culturais globais.

    Encerrando o ciclo anual, em dezembro, a Film Commission apresenta no próximo dia 13 (sábado) a nova edição do Rota Cine MS, que contará com a circulação de filmes em 40 cidades de MS e a consultoria para implementação e regulamentação da unidade.

    Um ano de consolidação e novos horizontes

    Em 2025, a Pantanal Film Commission fortaleceu políticas de fomento, ampliou redes de difusão, impulsionou formação, promoveu o mapeamento cultural e intensificou cooperações nacionais e internacionais. As iniciativas reforçam o audiovisual como um instrumento de identidade cultural, desenvolvimento social e fortalecimento econômico.

    A instituição parte para 2026 com a expectativa de aprofundar os programas existentes, ampliar a interiorização e fortalecer cada vez mais o papel do audiovisual no estado.

    Texto: Daniel Rockenbach

    Fotos: Marithê do Céu


    Fonte: Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul – FCMS

    1º MS Citrus Summit reúne quase 400 participantes e fomenta novo polo da citricultura no Estado

    1º MS Citrus Summit reúne quase 400 participantes e fomenta novo polo da citricultura no Estado

    1º MS Citrus Summit reúne quase 400 participantes e fomenta novo polo da citricultura no Estado

    1º MS Citrus Summit reúne quase 400 participantes e fomenta novo polo da citricultura no Estado

  • Publicado em 12 dez 2025

    por Rosana Siqueira •

  • Com a participação de quase 400 pessoas, o 1º MS Citrus Summit – A Nova Fronteira da Citricultura evidenciou que Mato Grosso do Sul avança com força no fomento a uma atividade com potencial para gerar até 10 mil empregos e transformar o perfil produtivo de quase 30 municípios. Realizado em Três Lagoas, o evento reuniu especialistas, produtores, pesquisadores e gestores públicos para debater desafios e oportunidades da nova cadeia produtiva.

    Promovido pelo Governo do Estado, por meio da Semadesc, com apoio da Iagro, Agraer e da Prefeitura de Três Lagoas, o Summit teve como objetivo ampliar o debate, alinhar estratégias e fortalecer as bases para o desenvolvimento sustentável da citricultura sul-mato-grossense.

    A programação começou no dia 10 de dezembro, com capacitação técnica para equipes de 30 prefeituras, além de servidores da Agraer e da Iagro. O conteúdo abordou atualização sobre o setor, troca de experiências, diretrizes de fiscalização e ações de reforço da defesa sanitária — fundamental para prevenir pragas e, especialmente, o greening, doença que já devastou pomares no Brasil e no mundo.

    As atividades foram concluídas nesta quinta-feira com um dia de campo na Fazenda Paraíso. “Uma oportunidade que nasce do zero e precisa ser bem construída”, disse o governador. Na abertura, o governador Eduardo Riedel destacou a importância da articulação conjunta para estruturar a base técnica e regulatória do setor.

    “Temos grandes desafios. São oportunidades como esta que precisamos aproveitar para nivelar conhecimento. Podemos caminhar juntos em um setor que gera emprego, renda e novas oportunidades para nossa gente.”

    Riedel reforçou que o Estado está construindo um ambiente sólido para atrair investidores. “É uma oportunidade que começa quase do zero. Vamos fazer bem feito desde o início. Nosso maior ativo é a seriedade e a responsabilidade.”

    Metas e investimentos

    Embora ainda não esteja entre os maiores produtores de laranja do Brasil, Mato Grosso do Sul vive forte expansão. Grandes grupos já atuam ou iniciam implantação de pomares no Estado, entre eles: Cutrale, que avança no plantio em Sidrolândia e prevê atingir 8 milhões de caixas por safra quando em plena produção; Cambuy, Frucamp, Agro Terena, Citrosuco, Grupo Junqueira Rodas, além de diversos produtores independentes.

    A expansão é sustentada por fatores como disponibilidade de terras, clima favorável, logística competitiva, segurança jurídica e a política estadual de tolerância zero ao greening.
    A expectativa é que o Estado já ultrapasse 15 mil hectares de citros plantados, com mais 40 mil hectares em implantação, distribuídos em municípios como:
    Sidrolândia, Campo Grande, Terenos, Ribas do Rio Pardo, Dois Irmãos do Buriti, Aparecida do Taboado, Cassilândia, Três Lagoas, Bataguassu, Paranaíba, entre outros.

    O secretário da Semadesc, Jaime Verruck, reforçou que a consolidação da cadeia é resultado de planejamento e união de esforços. “Rapidamente trouxemos os principais players e estruturamos nossas instituições com capacitação, fiscalização e orientação. Hoje, os pomares projetados já colocam MS como o terceiro Estado em área plantada. Isso mostra que o processo está consolidado.”

    Entre os desafios, Verruck destaca a mão de obra, aspecto que exige novas estratégias, como estímulo à mecanização e absorção de trabalhadores indígenas — que já atuam em colheitas de outras culturas em outros estados e agora começam a ser inseridos nos pomares do Estado.

    Para o diretor executivo da Fundecitrus, Juliano Ayres, Mato Grosso do Sul reúne condições únicas para se tornar referência mundial. “O Estado tem clima, solo, isolamento produtivo e, desde o primeiro dia, apoio incondicional do Governo. O cenário é extremamente favorável para ter uma citricultura de alta produtividade e fruta de padrão premium.”

    Trabalho conjunto e expansão sustentável

    O secretário-executivo de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Rogério Beretta, reforçou que a construção da cadeia é resultado de uma ação integrada entre Governo do Estado, prefeituras e setor produtivo. “É um esforço contínuo, que exige vigilância constante. Não afirmamos que está tudo pronto, mas sim que estamos em permanente aprimoramento para fortalecer a defesa sanitária e garantir segurança aos investidores.”

    Beretta também destacou o diferencial ambiental de Mato Grosso do Sul: a expansão ocorre sem necessidade de desmatamento, com a conversão de áreas de pastagens. “Temos 18 milhões de hectares de pastagens aptas para a transição para outras culturas. A citricultura é mais um exemplo de diversificação sustentável.”

    Rosana Siqueira, da Semadesc com Agência de Notícias MS

    Fotos – Mairinco de Pauda

     

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    AGRAER, CITRICULTURA, FRUTICULTURA, Geral, IAGRO

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    SETDIG | Secretaria-Executiva de Transformação Digital


    Fonte: Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação – SEMADESC

    Fundação de Cultura apresenta à comunidade o projeto de restauro da Igreja São Benedito da Comunidade Quilombola Tia Eva

    Fundação de Cultura apresenta à comunidade o projeto de restauro da Igreja São Benedito da Comunidade Quilombola Tia Eva
  • Publicado em 12 dez 2025

    por Karina Medeiros de Lima •

  • A Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS) apresenta à comunidade, no dia 16 de dezembro de 2025, às 17 horas, no Salão da Comunidade Quilombola Tia Eva, o projeto de restauro da Igreja São Benedito e de requalificação do entorno. A iniciativa marca um passo importante na preservação do patrimônio histórico e identitário da capital.

    A obra será executada pela empresa Marco Arquitetura, Engenharia, Construções e Comércio LTDA, vencedora da Concorrência Eletrônica nº 030/2025-DLO, homologada em 14 de outubro de 2025. O contrato está estimado em R$ 2.213.000,00, e o prazo de execução é de 540 dias a partir da Ordem de Início dos Serviços, ainda a ser definida.

    Para a comunidade, o restauro reafirma um vínculo profundo com a história e com o legado de sua fundadora. O presidente da Associação dos Descendentes de Tia Eva, Ronaldo Jefferson da Silva, destaca a relevância da obra para os moradores, “é o que Tia Eva deixou, é o legado de Tia Eva. Restaurar a igreja e o entorno significa preservar nossa convivência diária, nosso espaço de encontros e conversas, respeitando tanto os saberes dos mais velhos quanto os dos mais jovens. Manter esse lugar vivo é manter viva a história da nossa comunidade”, afirmou.

    A diretora de Memória e Patrimônio Cultural da FCMS, Melly Sena, reforça a importância histórica da intervenção,  “a Igreja São Benedito é um marco da formação social e cultural de Campo Grande. Restaurá-la não é apenas recuperar uma edificação, mas proteger a memória de uma liderança ancestral que contribuiu decisivamente para a identidade negra no estado. Este projeto reafirma nosso compromisso com a preservação de um patrimônio que pertence à cidade e ao país.”

    O diretor-presidente da FCMS, Eduardo Mendes, destaca o impacto simbólico investimento,  “o governo de Mato Grosso do Sul entende que proteger a memória de comunidades tradicionais é fortalecer cidadania. Este restauro deixa um legado duradouro, reafirma o respeito do Estado à história da Comunidade Tia Eva e mostra que políticas públicas de cultura precisam alcançar, com seriedade, os espaços onde nossa identidade foi construída.”

    História e significado

    A Igreja São Benedito, construída originalmente em taipa em 1912 por Eva Maria de Jesus, a Tia Eva, é a segunda edificação religiosa mais antiga de Campo Grande. O templo é tombado como patrimônio municipal (1996) e estadual (1998), reconhecido como símbolo da presença e da resistência da população negra na formação cultural sul-mato-grossense.

    Tia Eva, escrava alforriada, migrou de Mineiros (GO) aos 49 anos e tornou-se referência espiritual e comunitária como benzedeira, curandeira, parteira e doceira. A igreja foi reconstruída em alvenaria em 1919 para pagamento de uma promessa a São Benedito e permanece como eixo de memória, devoção e identidade da comunidade quilombola.

    O complexo inclui o antigo cemitério, cruzeiro em madeira, campanário com sino, busto de Tia Eva e o Centro de Difusão da Cultura Afro-Brasileira. Administrada pela missão salesiana até a década de 1970, a igreja desde então está sob responsabilidade da Associação Beneficente dos Descendentes de Tia Eva, que organiza a tradicional Festa de São Benedito e representa a comunidade perante o poder público.


    Fonte: Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul – FCMS

    Centro de triagem de animais silvestres de Três Lagoas fortalece compromisso do Imasul em minimizar impacto ambiental

    Centro de triagem de animais silvestres de Três Lagoas fortalece compromisso do Imasul em minimizar impacto ambiental

    Centro de triagem de animais silvestres de Três Lagoas fortalece compromisso do Imasul em minimizar impacto ambiental

    Centro de triagem de animais silvestres de Três Lagoas fortalece compromisso do Imasul em minimizar impacto ambiental

  • Publicado em 12 dez 2025

    por Rosana Siqueira •

  • Com investimentos de R$ 1,7 milhões oriundos de compensações ambientais, foi inaugurado ontem (11) em Três Lagoas o Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) do Imasul.
    O evento contou com a presença do secretário da Semadesc Jaime Verruck acompanhado do governador Eduardo Riedel, do senador Nelsinho Trad, o prefeito de Três Lagoas Cassiano Maia e o diretor-presidente do Imasul André Borges.

    A estrutura inédita na região e resultado de mais de dez anos de monitoramento ambiental, estudos técnicos e articulação com empresas instaladas no município. A unidade nasce como resposta direta em um verdadeiro ‘corredor ecológico’ com vastas áreas de vegetação nativa, reflorestamento e matas ciliares.

    Animais silvestres encontrados feridos na região, até então, eram atendidos e tratados no CRAS (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres) em Campo Grande.
    Dedicado ao resgate, atendimento emergencial e triagem dos animais, o Cetas foi discutido desde o início com as principais empresas da região, recebendo a adesão de Suzano, Eldorado, Cargill, Curtume Três Lagoas, Omya do Brasil, International Paper, Nouryon, Sitrel, Proactiva, White Martins e, mais recentemente, Arauco.

    Projetado com layout técnico voltado para manejo e permanência temporária dos animais, fora o já citado atendimento emergencial, o Cetas de Três Lagoas cumpre padrões rigorosos de segurança sanitária e bem-estar, alinhados à legislação ambiental vigente, mitigando impactos específicos da localidade.
    A unidade reforça o compromisso conjunto entre Poder Público e setor produtivo com a conservação da biodiversidade e o fortalecimento da política ambiental regional.

    O diretor do Imasul, André Borges destacou que o objetivo da inauguração do CETAS é melhorar o atendimento a população.”O objetivo é promover um impacto positivo. Estamos trabalhando para reverter e minimizar o impacto do atropelamento de animais silvestres, consequência do desenvolvimento na região. Com o aumento do fluxo de veículos, torna-se essencial reduzir os acidentes com a fauna. Este espaço será dedicado ao acolhimento dos animais, oferecendo atendimento inicial. Aqueles que estiverem aptos serão soltos, enquanto os que necessitarem de cuidados mais complexos serão encaminhados para Campo Grande”, salientou.

    Para o Estado e a região, esta iniciativa representa uma solução para o problema do impacto ambiental. “A sociedade e o Estado se beneficiam, protegendo a rica biodiversidade local, como mencionado pelo governador. Essa proteção é valiosa. Através da agência estadual, será possível obter créditos de carbono e de biodiversidade, valorizando a preservação. A presença desses animais é fundamental para demonstrar ao mundo que o Mato Grosso do Sul atua de forma consciente, priorizando as questões ambientais. Reconhecemos os recursos naturais como nosso maior patrimônio. Bons recursos naturais impulsionam o desenvolvimento de empreendimentos, visando alcançar o desenvolvimento sustentável”, acrescentou.

    Borges ainda frisou que a colaboração entre o Estado, os municípios e os órgãos ambientais é essencial. “O Estado não pode agir isoladamente, necessitando do apoio das prefeituras e de outros parceiros, como a Polícia Militar Ambiental e o Corpo de Bombeiros, com quem o IMASUL trabalha em conjunto em diversas situações, como em casos de incêndio. Sem essa integração e articulação, não alcançaremos o sucesso almejado na recuperação dos animais.”, concluiu.

     

    Rosana Siqueira, da Semadesc

    Fotos – Mairinco de Pauda

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    SETDIG | Secretaria-Executiva de Transformação Digital


    Fonte: Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação – SEMADESC

    Festivais Culturais reafirmam o papel da Cultura e do Turismo em Mato Grosso do Sul

    Festivais Culturais reafirmam o papel da Cultura e do Turismo em Mato Grosso do Sul
  • Publicado em 12 dez 2025

    por Karina Medeiros de Lima •

  • O ano de 2025 consolidou Mato Grosso do Sul como um polo de grandes eventos culturais. Com a retomada do Campão Cultural e do Festival América do Sul — que não ocorreram em 2024 — e o fortalecimento do Festival de Inverno de Bonito, o Estado reafirmou o impacto positivo da cultura e do turismo na geração de renda, ocupação dos espaços públicos e valorização da identidade sul-mato-grossense. As três cidades anfitriãs — Campo Grande, Corumbá e Bonito — receberam programação diversa, pública e gratuita, fortalecendo toda a cadeia criativa e movimentando setores como gastronomia, hotelaria, transporte e comércio local.

    O Campão Cultural ocorreu entre 27 e 30 de março e de 4 a 6 de abril de 2025, ocupando diversos espaços da capital com apresentações e atividades formativas. Realizado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Turismo, Esporte e Cultura (Setesc) e da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), com apoio da Prefeitura de Campo Grande, da UEMS e da UFMS, o festival recebeu investimento aproximado de seis milhões de reais — sendo R$ 1,5 milhão via emenda parlamentar do deputado Vander Loubet e R$ 4,5 milhões por chamamento público.

    Foto: Marithê do Céu

    O evento reforçou seu caráter democrático com uma programação múltipla, que incluiu circo, dança, teatro, música, artes visuais, batalhas de hip hop, programação universitária, oficinas, cinema, cosplay, cultura geek, skate, blocos carnavalescos, desfiles de marcas autorais e muito mais. Um espaço onde a arte, a expressão e o espírito coletivo ganham forma e reafirmam a potência criativa presente nas ruas da capital.

    Foto: Daniel Reino

    De 15 a 18 de maio, Corumbá voltou a pulsar com a 18ª edição do Festival América do Sul, que trouxe como novidade o palco principal instalado no Porto Geral, às margens do Rio Paraguai. Foram 96 atrações gratuitas entre shows, oficinas, exposições, espetáculos e rodas de conversa, reunindo artistas do Brasil e de diversos países latino-americanos, como Chile, Colômbia, Bolívia, Cuba e Paraguai. Nomes como Alcione, Xamã, Pixote, Duduca & Dalvan e Isabel Fillardis atraíram grande público, enquanto artistas estrangeiros ampliaram o diálogo cultural entre nações vizinhas.

    Foto: Marithê do Céu

    Há quase duas décadas, o FAS transforma Corumbá — cidade histórica e fronteiriça — em um grande palco multicultural, fortalecendo o turismo regional e promovendo sentimento de pertencimento entre os moradores.

    Foto: Saul Schramm

    Já o Festival de Inverno de Bonito (FIB) foi realizado de 20 a 24 de agosto e reafirmou sua posição como um dos maiores encontros culturais do país. Foram mais de 180 atrações gratuitas ocupando praças, ruas, escolas e palcos, com programação que abrangeu música, dança, circo, teatro, literatura, moda, artes visuais, cultura geek, saberes indígenas, oficinas e o espaço infantil Festival Bonitinho. Entre os nomes nacionais, destacaram-se Elba Ramalho, Titãs, Samuel Rosa, Jorge Aragão e Guilherme & Santiago, ao lado de dezenas de artistas sul-mato-grossenses.

    O FIB também se consolidou como motor turístico e econômico. Em 2024, o festival movimentou cerca de R$ 6 milhões, recebeu aproximadamente 95 mil pessoas e alcançou taxa média de ocupação hoteleira de 85%. A edição de 2025 reforçou essas marcas e ampliou o alcance do evento, agora consolidado como destino de referência no Brasil e no exterior.

    Foto: Asscom FIB

    Outro destaque foi o compromisso ambiental: o festival foi Carbono Neutro e Lixo Zero, com ações de educação ambiental, coleta seletiva, compostagem e compensação de emissões de carbono. O público pôde acompanhar os resultados em tempo real por meio de QR Codes exibidos nos telões.

     

    Foto: Asscom FIB

    Com impacto direto na economia, fortalecimento da identidade regional e democratização do acesso à cultura, os festivais de 2025 demonstram o papel estratégico do setor na transformação social e no desenvolvimento sustentável do Estado.

    Para o diretor-presidente da Fundação de Cultura, Eduardo Mendes, o resultado dos festivais reafirma um novo momento para a cultura sul-mato-grossense, “2025 foi um ano de reencontro da população com seus grandes festivais. Retomamos projetos importantes, ampliamos investimentos e fortalecemos nossa capacidade de produzir eventos que geram impacto social, econômico e simbólico. Vimos as cidades cheias, os artistas valorizados e o público ocupando os espaços com alegria e pertencimento. Esse ciclo de festivais confirma que Mato Grosso do Sul vive um período de maturidade cultural, no qual políticas públicas, setor criativo e comunidade caminham juntos para construir um Estado mais diverso, vibrante e conectado com suas raízes.”


    Fonte: Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul – FCMS

    MS ao Vivo mantém público fiel e consolida circuito de grandes shows gratuitos em Mato Grosso do Sul

    MS ao Vivo mantém público fiel e consolida circuito de grandes shows gratuitos em Mato Grosso do Sul
  • Publicado em 12 dez 2025

    por Karina Medeiros de Lima •

  • Desde sua criação, em 2023, o MS ao Vivo se firmou como um dos principais projetos culturais de Mato Grosso do Sul, levando shows gratuitos ao Parque das Nações Indígenas e reunindo multidões. Somente em 2024, as nove edições somaram público superior a 100 mil pessoas, reforçando o impacto social e cultural da iniciativa.

    O projeto teve início em 16 de julho de 2023, com show da banda Natiruts e abertura de Karla Coronel, atraindo público estimado em 20 mil pessoas. Naquele ano, passaram pelo palco artistas como Anavitória, Rubel, Forró Ipê de Serra, Tehnofighters, Criolo e Begèt de Lucena, estabelecendo um padrão de grandes atrações nacionais acompanhadas de talentos regionais.

    Em 2024, o MS ao Vivo se consolidou ao apresentar shows marcantes. Em março, o trio ELLLAS — Erika Espíndola, Marta Cel e Renata Sena — celebrou a força feminina na música sul-mato-grossense, com participação de Tetê Espíndola. Em abril, a banda Falamansa atraiu o público mesmo sob chuva, em show precedido pela homenagem do Canaroots Reggae ao compositor Lincoln Gouveia.

    O mês de maio recebeu Toni Garrido com o espetáculo Baile Free, que lotou o parque no domingo das mães, com abertura de Gideão Dias e Bibi do Cavaco. Em junho, Zeca Baleiro e Chico César embalaram o público ao som de sucessos como “Mama África” e “Deus me Proteja”, com Jerry Espíndola na abertura. Já em julho, Diogo Nogueira trouxe o samba ao Parque das Nações Indígenas, com plateia de cerca de 5 mil pessoas.

    Em agosto, Lenine se apresentou ao lado da orquestra do maestro Spok, seguido por Mariana Sena em setembro, que emocionou o público mesmo sob chuva. Jota Quest dominou o palco em outubro, com abertura de Dora Sanches, e novembro foi marcado pela celebração do Mês da Consciência Negra com Dudu Nobre e o show “Pérolas Negras”, com Dovalle, Dany Cristinne e Silveira.

    O sucesso prosseguiu em 2025. Em maio, cerca de 40 mil pessoas acompanharam o show “Escândalo Íntimo”, de Luísa Sonza, com abertura de Paolla. Junho trouxe o encontro entre Top Samba e Atitude 67, reunindo 15 mil pessoas. Em julho, João Gomes atraiu 50 mil fãs, e em agosto, Kalélo dividiu o palco com Vanessa da Mata diante de mais de 20 mil pessoas. Em setembro, Liniker emocionou o público de 25 mil pessoas, e Silveira abriu a noite com repertório autoral. Em outubro, o reencontro do grupo Lendas 67 e o show Sertanejinho de Michel Teló criaram uma das noites mais marcantes da história do projeto.

    Para o diretor-presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, Eduardo Mendes, o MS ao Vivo representa “um investimento direto no acesso democrático à cultura”. Ele destaca: “O balanço dos últimos três anos é extremamente positivo. O MS ao Vivo transformou o Parque das Nações Indígenas em um grande palco popular, onde famílias inteiras têm acesso gratuito a apresentações de alta qualidade. Conseguimos valorizar nossos artistas locais, trazer nomes nacionais de grande relevância e, principalmente, criar um espaço de convivência e celebração da diversidade cultural de Mato Grosso do Sul. É um projeto que fortalece nossa identidade e amplia o direito à cultura.”

    Realizado pelo Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio da Setesc e da Fundação de Cultura, o MS ao Vivo contou em 2025 com parceria do Sesc-MS. Ao longo de três anos, o projeto consolidou um circuito contínuo de grandes shows gratuitos, estimulando a cena cultural local e reforçando o Parque das Nações Indígenas como um dos principais pontos de encontro da população.


    Fonte: Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul – FCMS

    Polícia civil incinera quase uma tonelada de drogas em Paranhos

    Na tarde desta quinta-feira (11), a equipe policial civil da Delegacia de Civil de Paranhos incinerou mais de 900kg no forno industrial de uma cooperativa agrícola da região.

    A cerimônia de incineração contou com a presença dos policiais civis lotados na DP Paranhos e a autoridade sanitária do município de Sete Quedas.  O ato de incineração ocorreu dentro do prazo previsto em cumprimento com as previsões normativas da Lei Antidrogas.

    A apreensão de grande quantidade de entorpecentes no Município de Paranhos é fruto do trabalho conjunto das forças de segurança que atuam no Estado do Mato Grosso do Sul, especialmente na região de fronteira.


    Fonte: Polícia Civil de Mato Grosso do Sul – PCMS

    Nota de Falecimento

    Nota de Falecimento

    É com pesar que informamos o falecimento da sra. Joana Aguirre do Amaral, de 61 anos, mãe do Investigador de Polícia Lucas Aguirre do Amaral, lotado na Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico – DENAR.

    O velório terá início às 14h30, desta sexta-feira (12), e sepultamento às 16h30, no cemitério Park Monte das Oliveiras, que fica localizado na Avenida Guaicurus, nº 7.000.

    A Polícia Civil presta condolências aos familiares e amigos e externamos os nossos mais profundos sentimentos neste momento de dor. 


    Fonte: Polícia Civil de Mato Grosso do Sul – PCMS

    Para expandir alcance da imunização em MS, Governo do Estado amplia e reforça estratégia de vacinação da população

    Para expandir alcance da imunização em MS, Governo do Estado amplia e reforça estratégia de vacinação da população

    Com a aquisição de 10 unidades móveis totalmente equipadas, o Governo do Estado passa a contar com uma nova estratégia para ampliar o acesso da população às vacinas e fortalecer ações de imunização em territórios de difícil alcance

    O Governo do Estado, por meio da SES (Secretaria de Estado de Saúde), reforçou a estratégia de vacinação com a aquisição de dez “vacimóveis”, unidades móveis preparadas para levar imunização a locais de grande circulação, áreas remotas e pontos estratégicos definidos em conjunto com os municípios.

    Cada veículo conta com câmara refrigerada, materiais para preparo das vacinas, cadeira de atendimento, televisão para acolhimento e tenda externa, oferecendo estrutura completa, segura e confortável para ações itinerantes. Projetados para atuar de forma complementar às salas de vacina da atenção primária, os vacimóveis ampliam significativamente a capacidade de alcance da imunização em Mato Grosso do Sul.

    As novas unidades atenderão áreas sem sala de vacina, assentamentos, comunidades indígenas, regiões de difícil acesso e espaços públicos de grande fluxo. “O objetivo é ampliar o acesso e facilitar a vida da população, levando a vacina até onde as pessoas estão”, destacou o gerente de Imunização da SES, Frederico Moraes.

    Projeto piloto e expansão

    Entre novembro e dezembro, a SES realizou um projeto piloto, visitando municípios e testando a estrutura dos vacimóveis em ações reais de campo. Corumbá, Inocência, Japorã, Porto Murtinho, Miranda e Paranaíba foram as cidades que já receberam as unidades móveis, permitindo avaliar o desempenho dos veículos em diferentes realidades territoriais. Os resultados orientam o planejamento das atividades programadas para 2026, quando os veículos serão utilizados nas principais agendas estaduais e nacionais, como a campanha de influenza, vacinação em fronteiras, multivacinação e vacinação contra a Covid-19.

    O coordenador estadual de Imunização, Alberth Rangel, reforça que os vacimóveis representam um avanço estratégico para manter e ampliar a cobertura vacinal do Estado. “Essas unidades móveis fortalecem nossa capacidade de chegar a quem mais precisa, reduzindo barreiras e garantindo uma vacinação mais rápida, organizada e próxima das comunidades”.

    Para a secretária-adjunta de Saúde, Crhistinne Maymone, a iniciativa consolida uma política pública moderna e orientada para resultados. “Os vacimóveis elevam o patamar da imunização em Mato Grosso do Sul. Eles permitem que o Estado chegue mais longe, com mais qualidade e equidade, garantindo que nenhum cidadão fique sem acesso à vacina por causa da distância ou da falta de estrutura local”, disseCrhistinne.

    Planejamento e impacto territorial

    O planejamento das ações seguirá a metodologia de microplanejamento, que identifica bolsões de não vacinados, fragilidades e potencialidades dos territórios, possibilitando estratégias alinhadas ao perfil epidemiológico de cada região. O cronograma será pactuado com os municípios, considerando porte populacional e necessidades específicas.

    André Lima, Comunicação SES
    Fotos: Gerência de Imunização SES


    Fonte: Governo do Estado de MS