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Corrida Águia da Fronteira reúne milhares de pessoas em comemoração aos 39 anos do DOF

Corrida Águia da Fronteira reúne milhares de pessoas em comemoração aos 39 anos do DOF

A 3ª Corrida Águia da Fronteira reuniu milhares de pessoas, na manhã deste domingo (31), em Dourados, durante as comemorações dos 39 anos de criação do DOF (Departamento de Operações de Fronteira). O evento foi realizado em frente à Base Coronel Adib Massad, no Jardim Guaicurus, e contou com a participação de atletas, crianças, familiares, servidores da segurança pública e comunidade em geral.

A programação começou nas primeiras horas da manhã, com a realização da Corrida Kids, destinada a crianças de 4 a 14 anos. Em seguida, os atletas participaram das provas de 5 km, 10 km e da caminhada de 5 km, em um percurso preparado para receber corredores de diferentes idades e níveis de experiência.

Além da competição, que contou com mais de 1.200 inscritos, a corrida marcou um momento de integração entre o DOF e a sociedade. Uma ampla estrutura foi montada no local, com exposição de materiais utilizados pela unidade e do helicóptero Harpia, onde o público pôde registrar fotos e conhecer um pouco mais sobre o trabalho desenvolvido pelo Departamento.

O evento também contou com espaço kids, brinquedos, pintura recreativa, pipoca, passeio de trenzinho, praça de alimentação, sorteio de brindes, premiações e show ao vivo. Empresas parceiras também estiveram presentes com a apresentação de serviços e produtos ao público.

A 3ª Corrida Águia da Fronteira fez parte das atividades alusivas ao aniversário de 39 anos do DOF, criado em 28 de maio de 1987. Ao longo de quase quatro décadas, a unidade se consolidou como referência nacional no combate aos crimes transfronteiriços, com atuação estratégica na faixa de fronteira de Mato Grosso do Sul.

Para o diretor do DOF, tenente-coronel Wilmar Fernandes, o evento simboliza a união entre a instituição e a população. “A Corrida Águia da Fronteira é um momento de celebração, integração e reconhecimento. O DOF completa 39 anos com uma história construída por homens e mulheres comprometidos com a segurança da sociedade sul-mato-grossense”, destacou.

A corrida foi organizada por policiais do DOF, por meio do Grêmio Águia da Fronteira, em parceria com a Track&Field Dourados, e contou com o apoio de diversos parceiros, entre eles Maxi Popular, Aço Telha, São Bento Urbanismo, Salve, Lubifil Caminhões, Ideal Guincho, Unigran, Smart Fit Dourados, Corpore, Prefeitura de Dourados, Fundesport e Governo do Estado.


Fonte: Departamento de Operações de Fronteira – DOF

Oficina sobre Plano Museológico auxilia participantes a pensar a gestão dos museus

Oficina sobre Plano Museológico auxilia participantes a pensar a gestão dos museus
  • Publicado em 02 jun 2026

    por Karina Medeiros de Lima •

  • Na manhã desta terça-feira (2), durante o evento do (re)Conexões do Ibram, no Teatro de Bolso da UFMS, foi realizada uma oficina sobre Plano Museológico pela museóloga Ana Carolina de Faria, diretora do Departamento de Processos Museais do Ibram. O objetivo foi auxiliar os participantes a pensar a gestão dos museus a médio e longo prazo.

    A ministrante da oficina, Ana Carolina de Faria, disse que o Plano Museológico é um documento considerado fundamental para os museus, espaços culturais, espaços com caráter museológico, o qual permite pensar a gestão desses espaços, projetando ele a médio e longo prazo. “Acho que é importante a gente pensar os museus como um espaço de gestão. Não só viver de forma paliativa os problemas e tentando solucionar de acordo com as demandas que vão aparecendo, mas fazer projeções ao longo de prazo, pensando na missão dessa instituição e como ela pode dialogar com a sociedade”.

    Cristiane Freire, coordenadora do Sistema Estadual de Museus, disse que a realização da oficina foi uma solicitação dos próprios museus do estado. “Nós estamos sempre acompanhando, conversando, fazendo as nossas reuniões de trabalho com os coordenadores dos museus do estado. E dentro das nossas conversas, eles sempre têm algumas solicitações que a gente tenta atender. Essa é uma solicitação que a gente está atendendo dos coordenadores de museus, tanto daqui de Campo Grande, como das outras cidades, para essa formação, essa capacitação em relação ao plano museológico. Porque o plano museológico, ele é necessário para os museus. Ele que norteia toda a vida do museu, todas essas etapas de trabalho, protocolos de atuação dentro dos museus, a gente organiza com o plano museológico tudo aquilo, a missão que o museu tem e como realizar bem essa missão dentro de várias categorias, vamos dizer assim, né? Então seja na parte administrativa, na parte da reserva técnica, na administração da gestão de pessoas, então até o cuidado ambiental, então tudo vem desenhado dentro desse plano e é aplicado nos museus”.

    José Augusto Carvalho dos Santos, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), decidiu participar da oficina representando a sua instituição e também pela parceria que o Iphan tem com a Fundação de Cultura por meio de um Acordo de Cooperação Técnica. “A gente está em vias de produzir uma casa do patrimônio, novamente em apoio junto com a Fundação de Cultura. A Fundação de Cultura faria a reforma do ambiente, o Iphan está cedendo o imóvel e a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul faria o plano museológico. Eu sempre tive interesse em conhecer o que é um. Plano Museológico e quais são seus componentes”.

    Gabriela Farias Oliveira, do Museu Municipal de Nova Andradina, decidiu fazer a oficina para adquirir mais conhecimentos na parte de museus. “Nosso museu é um museu pequeno ainda, porque é uma cidade pequena, e a gente pretende cada vez mais participar dos cursos e oficinas para que a gente adquira mais conhecimento, preserve e exponha ele da forma mais linda possível”.

    Sua colega Andressa Alves Moreira faz parte da Fundação de Cultura de Nova Andradina, da Gerência de Patrimônio e Memória Cultural, e é responsável pelo Museu e Biblioteca Municipal de Nova Andradina. “Eu pretendo fortalecer o museu, tanto com parcerias, pois o nosso museu é um museu de uma cidade pequena, nós somos 57 mil habitantes, o museu ainda não tem uma visibilidade, então a gente quer ocupar o museu e para que a comunidade faça parte. Para isso a gente está procurando tanto parcerias como também estruturar o museu”.

    Albertino Dias é do Instituto Histórico Geográfico de Amambai e também do Museu José Alves Cavaleiro. “Nós fomos convidados para trazer nossas ideias e levar conhecimento nossas necessidades e adequar o nosso museu à legislação, à atualidade. O nosso museu está bem, nós temos o Instituto, então nós temos o museu nós temos um cinema com capacidade para 35 lugares nós temos um centro de documentação, uma mapoteca, uma hemeroteca e um centro de documentação, um centro de memória fotográfica”.

    Fotos: Samuel Rocha


    Fonte: Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul – FCMS

    Casa da Saúde em Campo Grande altera atendimento no feriado prolongado de Corpus Christi

    Casa da Saúde em Campo Grande altera atendimento no feriado prolongado de Corpus Christi

    SES orienta a população a fazer a retirada de medicamento até esta quarta-feira, 3 de junho

    A SES (Secretaria de Estado de Saúde) informa que a Casa da Saúde Carlos Alberto Jurgielewicz não terá atendimento ao público quinta-feira (4) e sexta-feira (5) devido ao ponto facultativo e feriado de Corpus Christi.

    A Casa da Saúde Carlos Alberto Jurgielewicz é responsável pela dispensação de medicamentos disponibilizados pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

    Para renovação de solicitações, dispensação de medicamentos e atendimento de protocolo – primeiro cadastro – o horário de atendimento será das 7 horas às 16 horas, com distribuição de senhas das 7 horas às 15h30.

    Assim, a SES orienta a população a fazer a retirada de medicamento até esta quarta-feira, 3 de junho. O ponto facultativo e feriado foram estabelecidos pelo Governo do Estado por meio de decreto.

    A Casa da Saúde Carlos Alberto Jurgielewicz retorna com o atendimento normal na segunda-feira (8).

    Serviço

    A Casa da Saúde Carlos Alberto Jurgielewicz está atendendo em sua nova sede, localizada a rua Dom Aquino, 1.789, Centro, em Campo Grande.

    Kamilla Ratier, Comunicação SES
    Foto: Saul Schramm


    Fonte: Governo do Estado de MS

    Boletim Epidemiológico: MS registra 6.845 casos confirmados de chikungunya

    Boletim Epidemiológico: MS registra 6.845 casos confirmados de chikungunya

    Mato Grosso do Sul já registrou 12.841 casos prováveis de chikungunya, sendo 6.845 confirmados no SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação), em 2026. Estes dados foram apresentados no boletim referente à 21ª semana epidemiológica, divulgado pela SES (Secretaria de Estado de Saúde) na segunda-feira (1º).

    Conforme o documento, 21 óbitos pela doença foram confirmados nos municípios de Dourados, Bonito, Jardim, Fátima do Sul, Douradina, Guia Lopes da Laguna e Itaporã. Entre as vítimas, 12 possuíam algum tipo de comorbidade. O boletim também aponta 83 casos confirmados de chikungunya em gestantes. Dois óbitos estão em investigação.

    Dengue

    Já em relação à dengue, o Estado contabiliza 5.134 casos prováveis, sendo 1.184 confirmados. Não há nenhum óbito confirmado. Dois óbitos estão em investigação.

    Nos últimos 14 dias, Ladário, Brasilândia, Rio Verde de Mato Grosso, Jardim, Miranda e Corumbá registraram baixa incidência de casos confirmados de dengue.

    Vacinação

    Ainda conforme o boletim, 223.322 doses do imunizante contra a dengue já foram aplicadas na população-alvo. Ao todo, Mato Grosso do Sul recebeu do Ministério da Saúde 241.030 doses.

    O esquema vacinal é composto por duas doses, com intervalo de três meses entre elas. A vacinação é recomendada para crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, 11 meses e 29 dias, faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações por dengue entre pessoas de 6 a 16 anos.

    A SES reforça que a população deve evitar a automedicação. Em caso de sintomas de dengue ou chikungunya, a orientação é procurar uma unidade de saúde do município.

    Confira os boletins:

    Boletim Epidemiológico Chikungunya SE 21 – 2026

    Boletim Epidemiológico Dengue SE21 – 2026

    Kamilla Ratier, Comunicação SES
    Foto: Divulgação SES


    Fonte: Governo do Estado de MS

    Semadesc promove capacitação sobre técnica de Escoamento Superficial Difuso para conservação de solo e água

    Semadesc promove capacitação sobre técnica de Escoamento Superficial Difuso para conservação de solo e água
  • Publicado em 02 jun 2026

    por João Prestes •

  • A Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc) deu início na última quinta-feira (28/05) ao curso de capacitação sobre a técnica de Escoamento Superficial Difuso, reunindo técnicos, parceiros institucionais e estudantes com atuação voltada à conservação de solo e água em Mato Grosso do Sul.

    O secretário executivo de Desenvolvimento Econômico Sustentável da Semadesc, Rogério Beretta, explica que a iniciativa resulta de visita técnica à Usina Adecoagro, em Ivinhema, realizada em 2024. “Na ocasião, a equipe conheceu a aplicação da técnica nas áreas de cultivo de cana-de-açúcar da usina, onde o método vem sendo utilizado como ferramenta de manejo conservacionista e retenção hídrica”, afirmou.

    A experiência demonstrou o potencial da tecnologia como estratégia complementar às ações já desenvolvidas pelo Plano Estadual de Manejo e Conservação de Solo e Água (Prosolo) nas diversas frentes de trabalho em execução no Estado.

    “A visita à Adecoagro permitiu observar, na prática, os resultados da técnica de escoamento superficial difuso aplicada em larga escala. A partir disso, entendemos que seria importante compartilhar esse conhecimento com nossa equipe técnica e com os parceiros que atuam na conservação do solo e da água no Estado”, destacou Beretta.

    Para viabilizar a capacitação, a Semadesc buscou parceria com o idealizador da técnica de Escoamento Superficial Difuso no Brasil, engenheiro agrônomo Alexandre Puglisi. Ele é responsável pela condução das atividades teóricas e práticas do treinamento. A realização do curso contou, ainda, com o apoio do Sebrae/MS (Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas).

    Além da equipe técnica do Prosolo, participaram representantes da Agraer (Agência Estadual de Reforma Agrária e Extensão Rural), do Instituto Taquari Vivo, do Consórcio Público de Desenvolvimento do Vale do Ivinhema (Codevale) e estudantes da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (Uems), fortalecendo a integração entre instituições públicas, entidades parceiras e futuros profissionais da área.

    O curso, que prossegue nos dias 11, 12, 25 e 26 de junho e dia 7 de julho, tem como objetivo ampliar o conhecimento técnico sobre práticas conservacionistas voltadas ao manejo sustentável da água, redução de processos erosivos, aumento da infiltração de água no solo, controle da enxurrada e melhoria das condições produtivas no meio rural. Ao final da capacitação, os participantes receberão certificado de participação.

    A capacitação integra o conjunto de ações da Semadesc voltadas à promoção de práticas sustentáveis no campo, contribuindo para a preservação dos recursos naturais e para o fortalecimento da produção agropecuária em Mato Grosso do Sul.

     

    Texto: João Prestes com informações Sedes/Semadesc


    Fonte: Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação – SEMADESC

    Final do Festival da Canção Reme teve MPB, gospel e pop

    A 9ª edição do Festival da Canção da Rede Municipal de Ensino (Reme) teve sua grande final realizada no último fim de semana, no Teatro do Paço Municipal. O evento, promovido pela Secretaria Municipal de Educação (Semed), reuniu estudantes, familiares, professores e a comunidade escolar para premiar os principais talentos musicais da rede de ensino. 

    O primeiro lugar do festival foi conquistado pela estudante Dalva Ariely da Silva Lopes, representante da Escola Municipal Professor Aldo de Queiroz, que interpretou a música “Maria, Maria”, clássico de Milton Nascimento. 

    A segunda colocação ficou com Isis Beatriz Lopes Martins, da Escola Municipal Professor Vanderlei Rosa de Oliveira, com a canção pop “Florescer”, de Priscila Alcântara. O pódio foi completado por Ana Luiza Tobias Catanante, da Escola Municipal Professor Wilson Taveira Rosalino, que garantiu o terceiro lugar cantando a música gospel “Além do Rio Azul”, de Julia Vitória. 

    Premiação e Avaliação 

    As três primeiras colocadas receberam troféus, medalhas e instrumentos musicais como premiação. Todos os outros estudantes que subiram ao palco também foram homenageados com medalhas de participação. 

    Durante a finalíssima, os participantes interpretaram canções de diversos estilos e foram avaliados por uma comissão julgadora formada por Heber Queiroz, Edclei Calado e Siel Queiroz. O festival tem como objetivos principais incentivar a expressão artística, valorizar a cultura e fortalecer o protagonismo estudantil por meio da música. 

    Formação Integral 

    Segundo o coordenador do festival, Alexandre Monteiro, a iniciativa contribui diretamente para o desenvolvimento dos estudantes ao estimular a criatividade e a valorização dos talentos presentes nas escolas da rede municipal. 

    “O Festival da Canção é um espaço de valorização dos talentos da nossa rede. Mais do que uma competição, é uma oportunidade de crescimento, expressão e fortalecimento da autoestima dos nossos alunos por meio da arte e da cultura”, comenta. 

    Ao longo de suas nove edições, o Festival da Canção da REME tem se consolidado como uma das principais ações de incentivo à cultura e à formação integral dos alunos de Campo Grande. 

    #ParaTodosVerem: A imagem em destaque mostra os finalistas, já premiados no Festival da Canção da Reme


    Fonte: Prefeitura de Campo Grande – MS

    Evento (re)Conexões do Ibram trouxe experiências de Conexões com Histórias Reais de museus de MS

    Evento (re)Conexões do Ibram trouxe experiências de Conexões com Histórias Reais de museus de MS
  • Publicado em 02 jun 2026

    por Karina Medeiros de Lima •

  • O projeto (re)Conexões do Ibram trouxe, na noite desta segunda-feira (1º de junho), na Casa da Ciência da UFMS, uma troca de experiências de Conexões com Histórias Reais de museus de MS. Participaram Fernanda Reverdito, da Casa da Memoria Raída; Carlos Eduardo Campos, do Laboratório de Estudos Interdisciplinares da Antiguidade, e Patricia Colombo Mescolloti, do Museu da Ciência e Tecnologia da UFMS.

    Fernanda Reverdito é gestora da Casa da Memória Raída, que é um ponto de memória, ponto de cultura, biblioteca comunitária em Bonito, e atualmente faz parte do conselho consultivo do programa Pontos de Memória, do Ibram, Instituto Brasileiro de Museus. Ela disse que há vem em diálogo com o Ibram desde 2024, quando a Casa da Memória Raída se tornou, em 2023, ponto de memória.

    “A gente já começa esse movimento sabendo que Mato Grosso do Sul não tinha desenvolvido ainda o (re)Conexões, que é esse momento de escuta, de diálogo, troca entre os espaços museais, os pontos de memória, os museus e ampliar, até porque fazendo parte do Conselho agora, a gente tem ido para Brasília, a gente tem estado em diálogo também com outros gestores de pontos de memória e cultura e também conselheiros de várias partes do Brasil. E nesse momento, nós estamos representando o Centro-Oeste, não é só Mato Grosso do Sul. E nesse momento também, compondo a rede de pontos de memória nacional. Então, trazer o Ibram para esse Mato Grosso do Sul, que eu sou daqui e com muito orgulho fazer parte dessa construção anteriormente, o (re)Conexões, que é esse evento que está um sonho mesmo, que o Mato Grosso do Sul também aderisse esse importante momento em que o Brasil discute seu plano museológico, os planos museológicos de todo o país, em diálogo com os pontos de memória, as casas de reza, os contadores de história, os povos de terreiro, as comunidades indígenas, as comunidades ribeirinhas, também as pessoas portadoras de deficiência, para que a gente possa de verdade incluir, não só da boca para fora, mas inclusão, participação e escuta ativa”.

    Patrícia Colombo Mescolloti, diretora de popularização da Ciência da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, disse que trazer sua experiência por esse programa tão importante do Ibran, que é o (re)Conexões, primeiro que é uma honra a gente sediar esse encontro e esse local de debate. A universidade está extremamente preocupada e engajada de ter esses espaços museais. E ter a chance de conseguir sediar e centralizar essas discussões e com receber essas visitas aqui do Ibran foi essencial. Ainda mais para museus que nós já temos, museus consolidados e museus de 20 anos, como é o caso do MuArq, mas também museus recentes que acabaram de ser inaugurados como é o Museu de Ciência e Tecnologia, né? Então, acho que conecta muito, nós estamos nessa etapa de reconexão com esses museus mais antigos e consolidados com os novos, então casou muito bem com esse debate que a gente está tendo agora hoje”.

    Carlos Eduardo Acosta Campos, professor de Arqueologia e História Antiga da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e responsável pela coleção científica de numismática do Atrivm, Laboratório de Estudos Interdisciplinares da Antiguidade, afirmou ser muito importante o Ibram trazer diferentes tipos de espaços e de museus que estão fazendo processos museológicos. “Então nós temos os museus constituídos e nós temos as coleções científicas. O Atrivm atua exatamente nesse espaço da coleção científica de numismática, trabalhando com moedas, cédulas, selos, medalhas, na ideia de educação patrimonial e educação museal. É um sonho a gente receber pela primeira vez o evento do (re)Conexões com esse formato tão inclusivo, diverso, numa época de tanta pluralidade e de luta pelo acesso e a difusão dos museus pela sociedade, então participar desse evento é realizar um sonho de divulgação dos nossos acervos para a comunidade e aprender também políticas públicas que vão ajudar na construção desses espaços”.

    Fotos: Samuel Rocha


    Fonte: Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul – FCMS

    Programa (re)Conexões do Ibram realiza uma escuta com instituições museológicas de Mato Grosso do Sul

    Programa (re)Conexões do Ibram realiza uma escuta com instituições museológicas de Mato Grosso do Sul
  • Publicado em 02 jun 2026

    por Karina Medeiros de Lima •

  • O Programa (re)Conexões, do Ibram realizou na noite de 1º de junho, na Casa da Ciência da UFMS, em Campo Grande, um evento visando uma oportunidade de escuta com instituições museológicas de Mato Grosso do Sul. Outro objetivo foi consolidar o diálogo entre estado e sociedade civil para definir o futuro dos museus e processos de memória.

    A presidenta do Instituto Brasileiro de Museus, Fernanda Santana Rabelo de Castro, afirmou que o Programa Reconecções foi criado para construir política pública junto e fazer com que as nossas políticas reflitam os territórios e que a participação social seja um pilar da gestão do Ibran. “Então a gente faz uma pactuação com os governos estaduais, com a Secretaria de Cultura, os sistemas estaduais de museus, para organizar encontros em que o Ibran propõe o conteúdo a ser debatido sobre as políticas públicas com o objetivo de fortalecer essa construção, para que a gente engaja os participantes, os agentes culturais que participam das ações do setor museal. É sido muito importante para a gente esse encontro porque é a primeira vez que a gente está no Mato Grosso do Sul nessa gestão. O primeiro encontro de reconexões que a gente faz foi um encontro muito rico, a gente recebeu muitas contribuições que refletem a realidade das instituições, dos grupos aqui do Mato Grosso do Sul, dos pontos de memória”.

    Vera Mangas, da coordenação de participação social do Ibran, também se fez presente no evento, e para ela, estar aqui no Mato Grosso do Sul “ foi um presente em relação ao nosso trabalho. A gente vem realizando um programa Reconexões, que é um programa de escuta de todos os estados brasileiros, para debater questões importantes, fundamentais para política pública, para construção da política pública dos museus, e estar aqui no Mato Grosso do Sul pela primeira vez, debatendo esses temas, com a ampla participação, nós tivemos aqui participação de museus, representantes coletivos, da universidade, estudantes, que nos apresenta um debate robusto, potente e que muito nos auxilia para que a gente possa seguir adiante na construção de políticas públicas de uma forma ampla participativa também com a participação da sociedade civil”. realizando reconexões.

    A diretora de Memória e Patrimônio Cultural da FCMS, Melly Sena, disse que o (re)Conexões é o momento das discussões sobre as políticas museais, até a preparação, a revisão, as revisões do Fórum Nacional de Museus. “Para a gente é muito especial receber o pessoal do Ibram, Eu acho que é um momento de muita partilha, de muita troca. Eu acho que é um momento de estabelecimento de relações e fortalecimento do setor museológico museal em Mato Grosso do Sul. Esse é o grande ganho que a gente tem”.

    André Pellegrinelli, professor do curso de História da UFMS e do campus do Pantanal, em Corumbá, participou de um dos Grupos de Trabalho e afirmou em sua fala que Corumbá ocupa um espaço de protagonista em Mato Grosso do Sul em função do seu acervo de patrimônio histórico, cultural. “É a cidade mais antiga do estado, em que nós conservamos uma quantidade de acervos e de prédios de patrimônio identificados bastante relevante. E nesse sentido, Corumbá precisa ocupar esse espaço e também colocar suas demandas. Apresentar a sua realidade, que é uma realidade de um acervo muito rico, mas ao mesmo tempo de uma cidade que em função da distância se apresenta um pouco disso. Deslocada dos espaços de decisão de poder e de colocação dos seus espaços museais”.

    Fotos: Samuel Rocha


    Fonte: Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul – FCMS

    PrefCG formaliza R$ 20 milhões para obras de infraestrutura

    A Prefeitura de Campo Grande formalizou a contratação de R$ 20 milhões para investimentos em infraestrutura urbana. A assinatura do financiamento foi publicada nesta segunda-feira (1º) no Diário Oficial do Município (Diogrande) e amplia a capacidade de investimento em obras que beneficiam diferentes regiões da Capital. 

    O recurso foi contratado por meio do Programa de Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa), linha de crédito da Caixa Econômica Federal destinada a apoiar investimentos públicos em áreas como mobilidade urbana, drenagem, pavimentação e infraestrutura. 

    Parte dos recursos será utilizada como contrapartida municipal para investimentos previstos no programa Avançar Cidades, iniciativa do Governo Federal voltada à melhoria da mobilidade urbana. Em Campo Grande, o programa contempla obras de pavimentação, drenagem e qualificação viária em diferentes regiões da Capital e está em fase de licitação. 

    “Esse montante fará parte da contrapartida da prefeitura nos R$ 143 milhões do programa Avançar Cidades, do Ministério da Saúde, que investe na mobilidade urbana. Além da pavimentação e drenagem desses bairros, o valor poderá ser aplicado também em outras obras de infraestrutura”, explica a prefeita Adriane Lopes. 

    As intervenções previstas integram um amplo conjunto de investimentos que busca melhorar as condições de deslocamento, ampliar a infraestrutura urbana e levar mais qualidade de vida à população. 

    O financiamento possui prazo de 10 anos, com um período inicial de carência e posterior pagamento parcelado, conforme as condições estabelecidas no contrato firmado com a Caixa Econômica Federal. 

    Entre os bairros contemplados pelas obras estão Vila Nossa Senhora Aparecida, Bosque da Saúde, Jardim Noroeste, Vilas Boas, Jardim Auxiliadora, Nova Tiradentes, Jardim Vitória, Anhembi, Jardim Itamaracá, Moreninha III e IV, Jardim Los Angeles, Parque Residencial Lisboa, Porto Galo, Aero Rancho, Vila Nogueira, Vila Amapá, Jardim das Nações, Guanandi II, Tarumã, Coophavila II, Jardim Batistão, Jardim Santa Emília, Jardim São Conrado, Tijuca/Verdes Mares, Parque dos Girassóis, Jardim Oliveira e Residencial Flores. 

    A secretária especial de Planejamento e Parcerias Estratégicas, Catiana Sabadin, explica que a destinação dos recursos seguirá o planejamento das áreas técnicas do município. 

    “A destinação integral deste valor acontecerá mediante o planejamento orçamentário da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos e da Secretaria Municipal de Fazenda, mas também poderá ser destinada a outras obras de infraestrutura”, completa. 

    #ParaTodosVerem: A imagem em destaque mostra equipes trabalhando na pavimentação de ruas da cidade


    Fonte: Prefeitura de Campo Grande – MS

    Com apoio da FCMS, Programa (re)Conexões abre debates em Campo Grande sobre o futuro dos museus brasileiros

    Com apoio da FCMS, Programa (re)Conexões abre debates em Campo Grande sobre o futuro dos museus brasileiros
  • Publicado em 01 jun 2026

    por Marcio Rodrigues Breda •

  • Projeto itinerante do Ibram reúne gestores, trabalhadores e sociedade civil para discutir participação social e fortalecimento do setor museal

    Foi aberto na tarde desta segunda-feira (1º), na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), o Programa (re)Conexões, iniciativa itinerante do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) voltada ao fortalecimento do Sistema Nacional de Museus, à implantação do Sistema de Participação Social e à normatização do Fórum Nacional de Museus, previsto para novembro deste ano.

    A proposta do encontro é consolidar o diálogo entre Estado e sociedade civil para definir os rumos dos museus brasileiros e das políticas de memória. Os participantes foram divididos em três grupos de trabalho, que seguem uma metodologia estruturada pelo Ibram para identificar pontos de melhoria e processos que podem ser ampliados.

    Entre os temas debatidos está a reestruturação do Sistema Nacional de Museus, que busca ampliar a participação de instituições e profissionais do setor, além de simplificar os processos de adesão e atuação. Outro eixo de discussão é o Sistema de Participação Social, que pretende construir modelos de governança capazes de integrar sociedade civil, trabalhadores de museus e poder público. Já a normatização do Fórum Nacional de Museus aborda critérios de participação e a dinâmica das plenárias.

    A coordenadora de Participação Social do Ibram, Vera Lúcia Mangas da Silva, destacou que as contribuições dos grupos serão sistematizadas em cadernos de pautas. Eles vão subsidiar as próximas etapas do processo: o debate a oficialização das propostas. “As discussões vão acontecendo e a gente vai registrando os pontos-chave para que, a partir de toda essa colaboração, possamos desenvolver uma sistematização das contribuições apresentadas pelos grupos”, explicou.

    Criado em 2012, o Programa (re)Conexões tem como objetivo promover uma escuta democrática do campo museológico brasileiro para subsidiar a construção de políticas públicas para o setor. O programa se consolidou como um espaço permanente de diálogo entre Estado e sociedade civil, estimulando articulação, mediação, qualificação e cooperação entre instituições, entidades e coletivos.

    Uma das características do projeto é sua itinerância por diferentes estados e regiões do país, buscando superar um dos principais desafios da participação social nas políticas museais: a descentralização e a regionalização dos debates. A proposta é garantir que representantes de diferentes territórios contribuam para a construção de uma museologia mais plural e inclusiva.

    De acordo com a presidenta do Ibram, Fernanda Santana Rabello de Castro, esta é a primeira vez que o Programa (re)Conexões é realizado em Mato Grosso do Sul, recebendo orientações e opiniões de agentes de cultura que atuam no setor museológico regional.

    “Estamos sempre prontas a defender essa política pública de participação, a fazer com que ela se implemente, a avaliar, a monitorar, a cobrar do poder público e também da sociedade que se mobilize quando necessário. Esse espaço é o Fórum Nacional dos Museus e precisamos discutir qual é a sua realidade e de quanto em quanto tempo ele deve acontecer. Os encontros do (re)Conexões em 2025 e 2026 servem para essa construção coletiva. Nossas atividades e entregas não encerram por aqui. Estamos construindo essa transformação de mãos dadas, com perseverança e contando com a continuidade das políticas públicas”, afirmou.

    Para o diretor-presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, Eduardo Mendes, a participação de gestores e da sociedade é fundamental para a construção de políticas públicas duradouras para os espaços de memória.

    “Nossos colaboradores não pouparam esforços para ajudar nessa reconstrução dos (re)Conexões. Estamos vivendo um momento importante para a cultura, com a preocupação de deixar legados, projetos e sistemas estruturados. O mais importante é construir uma linha forte e resistente, que não possa ser quebrada. Essa união entre o poder público e a participação popular é fundamental para que isso aconteça”, destacou.

    O evento segue até esta terça-feira (2). A programação inclui, das 9h às 11h, a oficina “Plano Museológico”, no Teatro de Bolso, no bloco da FAENG. Às 11h, ocorre o encerramento oficial, no Auditório da Casa da Ciência da UFMS. Já no período da tarde, das 13h30 às 16h, será realizada a atividade “Campo Grande de Portas Abertas”, com roteiro de visitação a museus da capital.


    Fonte: Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul – FCMS